Existem recomendações específicas para a avaliação da fertilidade que variam dependendo da situação. Em geral, os testes recomendados para cada gênero é:

Exames de sangue (devem ser colhidos entre o 1º e 5º dias do ciclo menstrual)

Hormônio folículo estimulante (FSH);
Estradiol;
Prolactina;
Hormônio estimulador da tireoide (TSH);
Glicemia de jejum;
Hemograma;
Sorologia para Hepatite B;
Sorologia para Hepatite C;
Sorologia para Sífilis;
Anticorpo HTLV 1 e 2;
Anticorpos HIV 1 e 2;
Sorologia para Rubéola e Toxoplasmose;
Tipagem sanguínea.

Esses exames têm como objetivo avaliar o status hormonal das pacientes que necessitam passar pelas diferentes técnicas de reprodução assistida. Além disso, exames gerais – como glicemia e hemograma – e os que avaliam algumas doenças infecto-contagoiosas também são importantes.

Histerossalpingografia (HSG)

Trata-se de um exame radiológico que utiliza um líquido especial injetado através do colo uterino, com objetivo de se visualizar e avaliar o interior do útero e a permeabilidade das tubas. Este procedimento é realizado geralmente entre o 6º e 11º dias do ciclo menstrual.

Ultrassonografia pélvica e transvaginal (USGTV)

Tem o objetivo de avaliar a pelve feminina, o que possibilita diagnosticar doenças ginecológicas que poderiam influenciar negativamente a fertilidade de um casal. Os problemas mais frequentemente diagnosticados são miomas e pólipos uterinos, cistos ovarianos e a endometriose.

Histeroscopia

É um procedimento diagnóstico que utiliza-se um histeroscópio (pequeno tubo com uma câmera acoplada) para visualizar pólipos e miomas na cavidade uterina, e, se encontrados, removê-los. Este procedimento é geralmente realizado entre o 6º e o 11º dias do ciclo menstrual. O objetivo da realização desse exame é a detalhada avaliação da cavidade uterina, onde miomas, pólipos ou processos infecciosos podem prejudicar a implantação embrionária
Consultas ou outros exames especializados e de avaliação devem ser realizados sempre que houver alguma hipótese de um fator masculino ligado à infertilidade. A avaliação laboratorial de rotina do fator masculino pode ser feita com os seguintes exames:

Análise seminal

Conhecido como espermograma, é o exame inicial que deve ser realizado para avaliação do fator masculino. Classicamente são realizadas duas coletas e o homem deve estar em abstinência sexual de ao menos 2 ou 3 dias. Trata-se de uma análise morfológica do sêmen e não deve ser considerado como um teste de fertilidade masculina, já que homens inférteis podem apresentar espermogramas normais, assim como homens com espermogramas “alterados” frequentemente são pais, sem maiores dificuldades.

Exames de Sangue

Incluindo os seguintes testes:
Sorologia para Hepatite B e C;
Sorologia para Sífilis;
Sorologias para HIV 1 e 2 e HTLV 1 e 2.

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