1- Fortalece a imunidade

O leite materno contém células de defesa e fatores anti-infecciosos que protegem o organismo do recém-nascido e, consequentemente, evitam que as infecções comuns dos primeiros seis meses afetem a criança.

2 – Permite contato com a mãe

O contato com a mãe faz com que o bebê se sinta mais seguro e tranquilo, evitando o choro e a ansiedade na criança.

3 – É o melhor alimento para o intestino

O leite humano contém enzimas já conhecidas pelo organismo da criança, ao contrário do leite de vaca e leites artificiais, que podem causar alergias intestinais e deficiência de ferro. Pelo fato de todos os componentes do leite materno ser aproveitados pelo organismo, a criança que mama no peito pode ficar até oito horas sem evacuar.

4 – Diminui o risco de alergias

Bebês que recebem leite materno como alimento exclusivo nos primeiros seis meses de vida são mais resistentes a sintomas de asma na infância, como chiados no peito e catarro. Além disso, o esforço do bebê para sugar o leite ajuda no desenvolvimento dos pulmões, fortalecendo o órgão contra alergias.

5 – Evita cólicas

O leite materno contém proteínas que contribuem para a prevenção de cólicas, pois não fermenta tanto para ser digerido quanto os leites de vaca e artificiais e, consequentemente, produz menos gases. É importante reforçar que outro fator para cólicas é a ingestão de ar pelo bebê, que é muito maior com a mamadeira do que no peito.

6 – Previne doenças futuras

O uso da mamadeira impede que a 1ª parte da digestão do alimento, que fica na boca, seja realizada, pois o leite vai direto para a garganta do bebê, comprometendo tanto o processo digestivo quanto de saciedade. Em relação aos leites de vaca e artificiais, a quantidade de sódio, potássio, magnésio e proteínas presentes em sua composição é maior que no leite materno, o que pode sobrecarregar o sistema da criança, causando alterações no processo de digestão e favorecendo o surgimento de obesidade, diabetes, hipertensão, dentre outras doenças.

7 – Combate a anemia

O leite materno possui uma quantidade muito maior de ferro, quando comparado aos demais leites, o que favorece no combate à anemia. Com o tempo, de forma natural, a presença de ferro no leite da mãe diminui, como se o leite materno preparasse o bebê para a alimentação. A partir dos seis meses, é preciso introduzir na dieta da criança alimentos ricos em ferro, como carnes, para garantir os nutrientes necessários ao bebê.

8 – Ajuda no desenvolvimento cognitivo

Crianças amamentadas desenvolvem mais rapidamente o cérebro, apresentando melhor desempenho de vocabulário e raciocínio, pois a gordura presente no leite materno é constituída por ácidos graxos poli-insaturados, responsáveis por formar os neurônios da criança e favorecer as sinapses nervosas.

9 – Desenvolve a arcada dentária

A dentição e a fala do bebê são beneficiadas pelo movimento de amamentação, pois há estímulo para o desenvolvimento dos ossos do crânio e da face, fazendo com que os dentes se encaixem de forma adequada.

10 – Ajuda no crescimento de prematuros

Os bebês prematuros têm o sistema digestivo pouco desenvolvido e mais propensão a desenvolver alergias, sendo necessária a ingestão de nutrientes provenientes do leite materno. Atualmente, os bancos de leite existentes hoje no Brasil são basicamente para o desenvolvimento destes bebês prematuros.

reprodução assistida-FIValfonso massaguer